Do brief à ordem executável.

Doze verificações antes de pedir qualquer tela, fluxo ou feature a um agente de IA. Se alguma falhar, o retrabalho já está contratado. Passe a lista antes de enviar; ela custa cinco minutos e paga a hora que você não vai perder ajustando resultado errado.

Intenção

  1. O problema está escrito em uma frase, com o resultado esperado. O porquê, não a solução.
  2. Você sabe dizer o que muda pro usuário se isso der certo.

Contexto

  1. Quem usa, em que situação e em que dispositivo está declarado.
  2. As restrições reais estão escritas: acessibilidade, idioma, estado de erro, estado vazio.

Decisões já tomadas

  1. O que NÃO está em aberto está escrito: design system, tom de voz, padrões do produto.
  2. Tudo que você deixou em aberto, você aceita que o agente decida. Se a resposta é não, volta pro item 5.

Critérios de aceite

  1. Cada critério é checável: um teste, um screenshot, um número. Nenhum é opinião.
  2. Você sabe como vai verificar ANTES de ver o resultado, não depois.

Fora de escopo

  1. O que este pedido não cobre está explícito.
  2. Todo "depois a gente vê" virou item escrito de fora de escopo, não silêncio.

Buracos

  1. Você pediu ao agente as perguntas que ele faria antes de construir.
  2. Respondeu cada uma, atualizou a especificação e só então autorizou a construção.

Falhou em três ou mais? Não é falta de talento, é falta de método. O guia de Specification Literacy explica o raciocínio por trás de cada bloco. E se quiser o agente conduzindo o processo, conecte os métodos via MCP e peça o método de especificação executável.

Continue pelo próximo problema real.

Se você quer revisar uma especificação real com acompanhamento, veja a mentoria 1:1. Se quer acompanhar a formação quando ela existir, entre na lista de espera.